09- PADREADOR – Acasalamento – Yorkshire Terrier – Canil em São Paulo

Padreador – Acasalamento

Yorkshire Terrier

A seleção de um Yorkshire Terrier para ser o padreador (“Padrear” significa “Reproduzir”, assim como “Padreador” significa o macho escolhido para esta reprodução) deve ser feita de maneira criteriosa e da melhor forma possível pois é ele que irá gerar, junto com a fêmea, boas ninhadas.

Portanto, um filhote macho adquirido para ser um futuro padreador deve ser pequeno (sempre menor que a fêmea) e com um peso razoável.

A idade ideal para o macho cruzar é a partir dos 10 meses, pois sua habilidade e vitalidade, além de suas forças instintivas para o sexo, será maior e poderá ter uma maior duração.

Quanto ao cruzamento em si, é bom deixar tudo acontecer naturalmente pois, caso você tente interferir, ele – ou ela – poderão ficar inibidos, ressentidos ou com a impressão de que o que estão fazendo é errado. Todo o cuidado é pouco nesta hora. Entretanto, em alguns casos, eles não se incomodam com uma pequena ajuda.

Algumas fêmeas se demonstram muito ariscas – por não terem experiência – e podem morder o macho, ou tentar evitá-los, alguns criadores dizem que é porque elas não estão preparadas ainda para o cruzamento, outros dizem que é mesmo pura falta de experiência. Cabe a você apaziguar este conflito ou deixar o cruzamento para o cio seguinte. Uma coisa é certa, não deixe que ela machuque o macho por conta disso. Se possível até separe os dois.

Antes de cruzar é ideal deixar os cachorros, caso não se conheçam, algumas horas ou até mesmo dias juntos (e isolados, apenas os dois) para que possam se conhecer. Mesmo porque, em muitos casos, um deles sentirá falta do dono, da casa, do ambiente que estava acostumado e não pensará em cruzar nos primeiras horas do primeiro contato. Lembre-se que eles também precisam de um tempo de adaptação para se conhecer.

Após o cruzamento, se eles não ficarem grudados, não se preocupe, basta apenas que o esperma tenha entrado na vagina para que a ação interna da cadelinha o carregue para dentro de seu corpo. Existe um mito de que o cruzamento só é efetivado quando eles ficam grudados. Não se preocupe com a isso! Se eles cruzaram e teve um tempo suficiente para a ejaculação, provavelmente ela pegará cria. Apenas tome cuidado para que a fêmea não se mexa, role, sente ou fique muito impaciente na hora do cruzamento para não machucar o macho.

Não existe tempo certo para que eles fiquem “grudados”, o tempo médio costuma ser de 10 a 40 minutos. Se demorar muito tente acalmar os dois. Em momento algum tente, você mesmo, separá-los.

Quando o acasalamento terminar, se você puder separá-los, ótimo. Assim o macho não a procurará novamente e poderá, e ela também, recuperar suas energias. Se puder, deixe-os acasalar uma vez na parte da manhã, uma vez na parte da tarde e uma vez a noite. O ideal mesmo são apenas duas vezes por dia (manhã e início da noite), e todos os dias em que o cio durar. Tenha em mente que eles gastam muita energia nisso e o excesso poderá deixá-los estressados.

Fique atento a alimentação e as necessidades fisiológicas dos dois durante todo o dia. Eles precisam se alimentar bem e ter seu organismo funcionando perfeitamente para ter energias para o acasalamento.

Caso o macho não consiga se acasalar, isto é, ele não ser um bom padreador (não desempenhando bem suas funções), você poderá ajudá-lo, basta colocar uma luva de látex e tentar (sem forçar!) o acasalamento, colocando-o atrás da fêmea e tentando encaixar as “coisas” nos seus devidos lugares. Mas faça isso apenas se você perceber que ele não dá conta sozinho. E, também, se você tiver muito interesse na reprodução. Afinal, nem todo macho – de Yorkshire ou outra raça – será, automaticamente, um bom padreador.

Outra alternativa para um bom acasalamento é “contratar” um padreador de um canil caso você tenha apenas a fêmea. Bons canis costumam “cobrar” apenas um filhote (geralmente dão preferência para uma fêmea) caso o cruzamento dê resultados. E muitos deles são muito criteriosos e seletivos, fechando “acordo” apenas com cadelas que tenham pedigree (isto é, estejam dentro dos padrões da raça).

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